sábado, 17 de junho de 2017

Seu Jorge - Tive Razão

domingo, 4 de junho de 2017

Melhores e Piores Episódios de Black Mirror: uma crítica à lista no Brasil El País


Estava pensando em como o episódio San Junipero chamou minha atenção por causa das músicas, ambiente e roupas. (Tanto que resolvi fazer minha cronologia de hits anuais, vê se pode). A história de amor é linda. Toca em assunto que ninguém quer pensar: a doença, a morte e o após morte. O que é para quem fica? 
Fala das possibilidades tecnológicas que surgirão. Adorei!!! Ao contrário da lista publicada no Brasil El País, meu top one de Black Mirror seria com certeza San Junipero. Brinde ao amor, ao contemplar a finitude humana e perceber o que realmente importa. Merece o primeiro lugar.
Fonte: http://www.uziporai.com.br/wp-content/uploads/2016/11/black-mirror-san-junipero.jpg

Na mesma lista do Brasil El País está em segundo lugar The National Anthem: o episódio em que o primeiro ministro deverá ‘cruzar’ com um porco. Como assim em segundo lugar? Não é só pelo chocante da humilhação por um lado, mas o chocante de violação de um ser que não pode se defender (também presente no sombrio Shut Up and Dance). Para estar em segundo lugar só pode ser pela degeneração da humanidade mesmo. A que ponto chegamos? [Dá zero para eles!]
Em minha opinião, o segundo lugar deveria ser dado para Nosedive. Um episódio que apresenta de forma sublime a falsidade das relações diárias, das redes sociais e sua inutilidade em grande parte, com a brilhante quebra desse padrão. Vale a pena e merece o top 2 da minha lista.
Todos os episódios trazem crítica social, assim é em Men against Fire que é um relato fiel do que é a guerra da polícia contra a população menos privilegiada; e em zonas de guerra mesmo. Também o Hated in The Nation apresenta crítica sobre os ódios nas relações travadas nas redes sociais. A pessoa confortável pela distância e muitas vezes pelo 'anonimato' calunia ou difama outra/s pessoas gerando um ciclo de ódio auto alimentado pela raiva humana. Rastilho de pólvora que não precisa de muita ignição e o oxigênio é a própria rede social que permite esses discursos de ódio. São relatos lúcidos de uma sociedade doente. (Marta Claudino)
Fonte: https://i1.wp.com/www.tor.com/wp-content/uploads/2016/10/black-mirror-nosedive-wedding.jpg?resize=740%2C336&type=vertical



quarta-feira, 1 de março de 2017

A Lei não é igual para todos: privilegiados

Esse pensamento sobre desigualdade tem feito parte de toda a minha existência e paulatinamente os privilegiados fazem questão de pisar nos desfavorecidos.
No restante das pessoas, em nós, o povo.
Mandaram um assassino sentenciado para casa essa semana em liberdade condicional; enquanto que manifestante contra o governo segue encarcerado sem julgamento.
São tantos exemplos, de toda a ordem, que começo a pensar que o problema é o judiciário mesmo.
A exemplo da canção do Gabriel, o pensador, "a voz do povo é a voz de Deus, quem disse isso não fui eu, mas eu acho que quem escreveu essa frase é ateu. Porque esse povo 'tá sem voz, o povo 'tá calado. Tá parado esperando Deus, batendo palma para o diabo".